terça-feira, 28 de abril de 2026

Space Adventures, apresentando o Capitão Átomo original!

 


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E com vocês mais uma edição da Space Adventures, com a terceira história do Capitão Átomo da Era de Prata! Ficção científica e fantasia no estilo Charlton, com duas histórias desenhadas pelo grande Steve Ditko! Mais um documento histórico imperdível para os fã da história das histórias em quadrinhos! Bom divertimento!

domingo, 26 de abril de 2026

Strange Tales Anual 02... finalmente completa!

 


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Muitos anos atrás, eu e o Paulodoxa fizemos para o Baú da Marvel a história do Tocha Humana com o Homem-Aranha, a principal atração e única história inédita de Strange Anual 02, como parte do nosso projeto de construir a cronologia completa Marvel. No entanto a revista não era constituída apenas destas 18 páginas, mas também de mais 10 histórias curtas de fantasia e ficção científica, que eram realmente o verdadeiro material da revista Strange Tales antes dos super-heróis Marvel aparecerem. A gente decidiu não fazer aquelas histórias tanto por não ter scans de qualidade delas, quanto por acreditarmos que não faziam parte da cronologia, e só a história do Tocha e do Aranha era o que interessava. 

No entanto, fazer revistas completas sempre foi um dos objetivos do HQ Vintage; Sempre consideramos que não era honesto com os leitores publicar uma revista pela "metade" e nos raros casos que isso fosse obrigatório, avisarmos todos sobre isso. E a verdade é que essa revista tem 76 páginas e estava até hoje incompleta o mundo dos scans. Pra complicar, ao contrário do que imaginávamos anos atrás, minhas pesquisas me levaram a descobrir que pelo menos a segunda história desta edição, "Eu era o Homem Invisível", é considerada parte oficial da continuidade; o personagem dela,  Adam Clayton, é mencionado na revista Marvel Universe, de 1998. Com a Marvel dos anos 50 é assim; a maioria das histórias curtas parecem não fazer parte do Universo Marvel, mas basta um roteirista resolver pegar um personagem delas (afinal são parte da propriedade intelectual da Marvel) ou acontecimento, e pronto, ela também se torna parte da cronologia. (É assim principalmente com a série "Agente da Atlas" que juntou eventos de várias histórias curtas da Atlas dos anos 50).

Mas com os avanços de recuperação de arte através de I.A. nossas desculpas acabaram. A arte da revista podia ser finalmente recuperada. Então agora finalmente temos a Strange Anual completa, com suas 76 páginas, e 11 histórias, apresentando artistas que fizeram história nos quadrinhos, como Jack Kirby, Steve Ditko, John Buscema, Dick Ayers, Joe Sinott, entre outros. O balanço geral que podemos fazer da sua leitura é que Stan Lee selecionou realmente algumas boas histórias do período 1958-1960 que podiam ter passado desapercebidas, e a reapresentou para os leitores que as tinham perdido da primeira vez. E agora você tem sua chance de redescobrir elas também. Bom divertimento!

sexta-feira, 24 de abril de 2026

Arion, o mago da Atlântida #8 - O ataque para retomar a Atlântida!

 


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Com vocês, mais uma edição inédita no Brasil de ARION, O MAGO DA ATLÂNTIDA, uma peça importante do passado místico do Universo DC. Neste número, Arion e seus aliados lutam para retomar a cidade-sede do reino atlante que está nas mãos de Garn Danuth e seus servos chacais. Arion surgiu em 1982, mesmo ano que He-Man, e temos cá magia convivendo com máquinas tecnológicas, seres antropormóficos, num reino mítico. Naquele mesmo ano, não esqueçamos, foi lançado o filme Conan, o Bárbaro e a clássica maxi-série Camelot 3000. No ano seguinte, a DC apostaria ainda em AMESTISTA (que antecedeu em dois anos a She-Ra) e haveria o filme Krull. Esse era o "zeitgeist" dos primeiro anos da década de 80.

O que diferencia talvez Arion de tudo isso é que ele não é um guerreiro musculoso, mas um mago, papel que no gênero da fantasia em geral é apenas de inimigo ou coadjuvante aliado. Aqui o feiticeiro e seus dramas são trazidos para primeiro plano, e o conhecimento não é tratado como algo perigoso, mas sim um recurso para defender e proteger a sociedade, ao invés de apenas armas dos vilões. Apesar dessa minha reflexão filosófica piegas, não se preocupem, esse gibi é bem típico dos quadrinhos de super-herói do começo dos anos 80: pura diversão, como nos bons e velhos tempos. Bom divertimento!

quarta-feira, 22 de abril de 2026

Linda Carter, o passado da Enfermeira Noturna!

 


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E com vocês um dos mais inusitados lançamentos da história do HQ VINTAGE... LINDA CARTER, ESTUDANTE DE ENFERMAGEM, direto dos "arquivos mortos" da Marvel no distante começo dos anos 60... Muito antes de publicarem seus famosos super-heróis, a editora de Martin Goodman (que entre vários nomes, era mais conhecida por Atlas Magazines) sobreviveu nos anos 50 publicando principalmente revistas de romance/humor adolescente, algo na linha do Archie, mas para meninas! Os grandes sucessos eram os títulos de Millie, a Modelo e Patsy Walker (que nos anos 70 se tornaria heroína Hellcat, também conhecida como "Felina" aqui no Brasil). 

Para explorar o filão, várias outras personagens foram lançadas. Uma destas também acabaria sendo depois introduzida no Universo Marvel: LINDA CARTER, que estreou nos gibis dois meses antes do Quarteto Fantástico, no seu título próprio: "Linda Carter, Student Nurse" que durou 9 edições bimestrais, até ser cancelado por baixas vendas. Pois nos anos 60 os tempos foram mudando, e os gibis de humor romântico foram perdendo seu apelo.

Mas a Marvel não desistiu do potencial público feminino, e no começo dos anos 70, o novo editor-chefe da Marvel Roy Thomas, lançou uma linha de revistas estreadas por personagens femininas (que inclusive incluiu a criação da heroína Shanna), dos mais diferentes gênero, sendo que um deles inspirado nas populares séries de TV dramáticas sobre o cotidiano dos hospitais... NIGHT NURSE! E aí Linda Carter reapareceu repaginada, ao lado de outras personagens vivendo histórias mais dramáticas. Essa empreitada também foi de vida mais curta ainda... 

Porém Linda Carter continuou sendo lembrada pelos fãs mais devotos, e eis que em 2004, o escritor Brian Michael Bendis a reapresenta, agora como dona de uma clínica secreta que prestava atendimento para super-heróis mascarados, o que foi de vital importância inclusive no evento "Guerra Civil", onde a enfermeira praticamente agora médica, teve muitos ossos para remendar. De lá pra cá ela até namorou o Doutor Estranho por um tempo. Embora a Netflix tenha preferido a outra enfermeira noturna, Christine Powers, devido a sua política de "diversidade", nos quadrinhos Linda é mais lembrada, por ter aparecido bem mais vezes. 

Então entre a bordo dessa curiosidade e descubra como era um típico quadrinho de humor romântico da Marvel antes de ser Marvel... e bom divertimento!

domingo, 19 de abril de 2026

Os Melhores do Mundo 72 - Superman e Batman antecipando a Era de Prata!

 


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Aqui está uma revista que ficou na geladeira por muito tempo... Quase dois anos para fazer, pois ela era feita nos intervalos dos vários projetos do HQ Vintage. Depois de publicarmos, anos atrás, a World's Finest (Melhores do Mundo) nº 71, com o início da série "Superman e Batman" na revista, é claro que sempre pintou o desejo de dar continuidade a ela. Quando a Panini finalmente lançou os encadernados das histórias da dupla neste período, aí a vontade duplicou, e quando o Eudes escaneou esse material, essa mesma vontade triplicou. 

Obviamente haveria o trabalho de restaurar as histórias back-ups de Arqueiro Verde e Tomahawk, além de traduzi-las e diagramá-las. O maior entrave é que só tinhas imagens de baixa resolução. Ano retrasado apareceram os image scalators, e deu pra melhorar isso. É irônico que neste momento que lanço a revista finalmente, a qualidade dela já está defasada, porque graças a IA o processo de restauração de imagens está ainda melhor. Mas passei um trabalho manual tremendo para restaurá-las anos atrás, então é isso que vocês terão. 

Oficialmente a Era de Prata dos quadrinhos só começou em novembro de 1956 com o lançamento do novo Flash, Barry Allen. No entanto, embora em suas revistas solo, Superman e Batman ainda fossem suas versões originais da "Terra-2" (como seria chamada depois de 1962), em "World's Finest" essas histórias posteriormente foram consideradas pelos crono-historiadores dos quadrinhos como pertencentes a "Terra-1", isto é, ao universo DC reformulado na Era de Prata. De fato, o primeiro encontro da dupla, em Superman nº 76, publicada em 1952, é considerado como a primeira aparição dos Batman e Superman da Terra-1. O período dos quadrinhos da DC entre 1952 e meados de 1958 é particularmente nebuloso para Superman e Batman, onde embora a maioria das histórias sejam consideradas dos heróis originais da era de ouro (a Terra-2), há algumas que já são consideradas pertencendo a cronologia da Era de Prata e de Bronze (Terra-1). 

Essa é uma das razões que se fossemos montar uma "cronologia DC", não daria pra começar a continuidade a partir de 1956, pois ainda havia o Superman da Era de Ouro sendo publicado, mas também um novo Superman estava por aí, principalmente em World's Finest a partir de 1954, ao lado de seu amigo Batman, e seu parceiro Robin. Por mais complicado que possa parecer, na época, essas inconsistências não assombravam os leitores, pois só a luz de uma revisão com novos fatos da cronologia a partir de 1959 em diante é que se foi obrigado a tentar separar os dois Superman e os dois Batman. Para o leitor da época só havia um Superman e um só Batman, e eles eram os mesmos em todas as revistas. Eram tempos mais simples, onde cada gibi não trazia bagagem cronológica alguma, e era feito para ser consumido por leitores casuais, podendo inclusive ser justamente a primeira revista em quadrinhos dos personagens a ser lida por alguém. 

Então embarque você também nestas aventuras, e conheça os primórdios da maior parceria e amizade dos quadrinhos. Bom divertimento! 

domingo, 12 de abril de 2026

Uma das Melhores Histórias do Sargento Fury está aqui!

 


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Enfim entregamos pra vocês as histórias que queríamos há anos apresentar em português! O Sargento Fury de Mike Friedrich e John Severin, a melhor fase da revista! Se você nunca gostou de Sargento Fury, se você tinha parado de ler essa série, pode voltar sem medo... Você não precisa ter lido NADA ANTES para entender essas histórias! 

"The War-Lover" (que batizamos de "O Sanguinário") é a primeira das famosas histórias "The" da dupla Friedrich e Severin. Eles apresentaram uma série de histórias que começavam com "The" (o artigo "O" ou "A" em português), contos fechados onde abordavam muitas vezes temas maduros, como você vai ver nessa edição. Aqueles que leram o Sargento Fury clássico até aqui devem se surpreender com o tom anti-belicista da história, já refletindo as inquietações da juventude americana anti-Vietnã da qual o jovem Friedrich fazia parte. 

Chama a atenção que o vilão da história em nenhum momento é caricaturizado: o soldado Ryan é extremamente eficiente, corajoso e patriótico... O problema é que ele é um fanático! Friedrich corajosamente disseca um tipo de "herói" que a propaganda militar estava tentando usar como desculpa para os abusos no Vietnã, mostrando que não há nada de heróico em ser um PSICOPATA... Em tempos cada vez mais extremistas que vivemos, onde radicais pregam que a morte alheia é solução pra tudo, com certeza uma história que convida a reflexão. 

Então fiquem com mais esse soberbo trabalho de restauração espetacular do Davi L. que supera até mesmo os profissionais contratados pelas editoras, e aproveite para ler em grande qualidade uma história que vergonhosamente a própria Marvel não republica há quase cinquenta anos - talvez justamente por desmistificar a figura do soldado sanguinário como algum tipo de herói! Bom divertimento. 

sexta-feira, 10 de abril de 2026

Jimmy Olsen, o parceiro do Superman!

 


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Anunciaram uma série de TV do Jimmy Olsen e fãs de super-heróis que não conhecem os quadrinhos reclamaram. "Jimmy Olsen? Os executivos da Warner pra variar beberam?" Bem, pode chocar principalmente os mais jovens mais JIMMY OLSEN tem uma LONGEVA carreira nos quadrinhos como PROTAGONISTA. 

Jimmy originalmente surgiu como um office boy sem nome do Planeta Diário, praticamente um figurante nas primeiras histórias do Superman. Em 1940, na popular série de rádio do homem de aço, não havia como aparecer imagens, então as coisas tinham que ter nome. E assim nosso office-boy foi batizado como JIMMY OLSEN, que ganhou rápida popularidade entre os ouvintes, pois Jimmy era o garoto dentro da série, o arquétipo de todos aqueles jovens fãs do Superman que podiam viver aventuras junto com seu herói. Logo, em 1941, Jimmy também estava oficialmente nos quadrinhos e sua popularidade como coadjuvante favorito foi crescendo, ultrapassando até mesmo a de Lois Lane, a eterna namorada do herói. 

Mas foi com a série de TV "As Aventuras do Superman", de 1952, que a interpretação de Jack Larson transformou Jimmy Olsen em um personagem adorado pelo público, e Olsen foi promovido de office boy a "repórter novato" a partir da revista em quadrinhos Superman #86 de 1953. No ano seguinte, em 1954, a linha de revistas do Superman se expandia com "Superman's Pal Jimmy Olsen" (O Amigo do Superman, Jimmy Olsen). A revista de Lois Lane chegaria quatro anos depois, em 1958. 

Superman's Pal Jimmy Olsen teve uma vitoriosa carreira nas bancas americanas, durando 163 edições, publicadas durante vinte anos (1954-1974). A revista então foi renomeada, continuando a mesma numeração, como "Superman Family" na verdade uma fusão das revistas de Jimmy, Lois Lane e Supegirl num almanaque bimestral com o dobro de páginas de uma revista americana normal, que durou até 1982. 

Apesar do papel de Jimmy ter diminuído nas histórias do Superman com o passar dos anos, volta e meia o personagem volta aos holofotes, como a maxi-série vencedora do Prêmio Eisner (o oscar dos quadrinhos) em 2020, "Quem matou Jimmy Olsen?".

James Gunn, muito atento a importância que Jimmy Olsen tem na mitologia do Superman, o trouxe novamente a ribalta no seu filme recente com o homem de aço, para o choque de uma ou duas gerações inteiras que não faziam ideia que ele já tivera alguma relevância. Mas ele tem, e muita. Muitos conceitos fundamentais do Universo DC apareceram inicialmente na sua revista (inclusive a PRIMEIRA aparição de Darkseid!). É marcante a passagem de Jack Kirby pelo título nos anos 70, em histórias que vocês já devem conhecer (e já existem em scans).

Nós já fizemos a primeira edição desta lendária revista na nossa série "DC Millennium Edition". Agora eis aqui o número 02, de uma época mais simples, em que quadrinhos eram feitos para crianças, e os jovens fãs do Superman se sentiam como o próprio Jimmy Olsen, vivendo aventuras mirabolantes, sozinho ou em parceria, com seu grande ídolo, o Superman. Bom divertimento. 

domingo, 5 de abril de 2026

KID COLT - o personagem de faroeste com a maior duração nos EUA!

 


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Nos voltando para o início da Era de Prata dos quadrinhos, eis uma reapresentação para vocês: KID COLT, um herói que NÃO FOI criado por Stan Lee como muita gente pensa (assim como o Capitão América), e que surgiu ainda na Era de Ouro dos Quadrinhos, lá em 1948, e criado por Ernie Hart e Bill Walsh. A revista teve 229 edições, sendo publicada até 1979, além do herói ter estrelado ao mesmo tempo em outras revistas da Atlas/Marvel como  All Western WinnersWild WesternTwo-Gun Western, e Gunsmoke Western, ou seja, era popularíssimo.

Uma das provas da sua popularidade é que quando a Atlas implodiu em 1957, Kid Colt foi o único herói com revista própria (além das protagonistas das revistas de humor-romance adolescente Patsy Walker e Millie) a manter seu gibi. No entanto, os tempos estavam mudando, e os heróis de faroeste já não vendiam como antes.

Aí é que entra STAN LEE e o desenhista JACK KELLER, e eles recriam o personagem. É dado uma nova origem para Kid Colt, e essa edição, a de número 79, publicada em julho de 1958, pode bem marcar um novo começo e um bom ponto de partida para os leitores. De fato, Keller já estava desenhando o herói desde 1953, mas somente quando Stan assume os roteiros, após a "implosão Atlas", é que é dada uma nova direção para a revista, que a faria sobreviver durante toda Era de Prata e boa parte da Era de bronze dos quadrinhos, enquanto muitos cowboys da Era de Ouro, inclusive o Cavaleiro Solitário, não conseguiram sobreviver nas bancas. 

Parte destas histórias (inclusive a "Origem de Kid Colt") vocês já tinham visto na edição 170, a única que lançamos até hoje do gibi. A única história desta edição que não estava presente na edição que lançamos é a segunda, "A Ameaça", e também o conto em prosa. Os mais atentos, no entanto, vão notar que as cores da primeira história diferem da versão que publicamos antes; isso porque resolvemos reapresentá-la na sua forma original. 

Kid Colt foi um herói importante naqueles anos difíceis em que a Atlas se transformou em Marvel, e merece um lugar no coração dos marvetes. Alguns notarão semelhanças da sua origem com a do Rawhide Kid, mas o Kid Colt VEIO ANTES. A principal diferença dos personagens é que Kid Colt é mais "esquentado", enquanto Rawhide Kid é conhecido por sua timidez. Qual dos dois seria mais rápido? Bom, um dia eles vão se encontrar, e gostaríamos de traduzir essa história, então você vai ter que esperar pra ver. Essa edição é um aperitivo, para os números vindouros que iremos trazer doravante. Bom divertimento!

domingo, 29 de março de 2026

O Covil do Pavor - Segunda Edição!

 


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Enfim, a segunda e aguardada edição da "Haunt of Fear",batizada por nós de "O Covil do Pavor", a terceira revista da famosa trindade de terror da EC Publications, a revista oficial da Bruxa Velha. Como explicamos na primeira postagem desta revista, renumeramos ela da mesma forma que posteriormente a própria EC fez, para evitar confusões. A revista saiu originalmente como número 16, mas na verdade era sua segunda edição. Como na sua quinta edição, o que deveria ser o número 19 foi estampado um número 05 e continuado daí adiante, a revista acabou tendo dois números 15, 16, 17 e 18 (na verdade este nem número na capa tinha, mas era a quarta edição de fato). Para que no futuro você não deixe de baixar as verdadeiras edições 15, 16 e 17, resolvemos numerar do jeito certo desde o começo.

Devemos essa edição mais uma vez ao nosso grande colaborador Dante Viana, que traduziu e diagramou tudo! 

Essa edição, lançada nos primórdios da "nova tendência da EC", traz uma linha ainda em desenvolvimento, mas com grande potencial, com histórias desenhadas por Johnny Craig, Graham Ingels, Jack Kamen e Wally Wood fazendo a arte final para um tal de Harry Harrison. Os roteiros são de Craig, Al Feldstein e Gardner Fox, que embora mais conhecido por suas histórias de super-heróis para a DC, sua praia mesmo era histórias de horror que escrevia pra revistas pulp, antes deste tipo de revista acabar. 

Então encontre um lugar seco e confortável e aproveite mais esta viagem no tempo, em que garotos liam revistas escondidas com uma lanterna debaixo da coberta a noite... e depois ainda tinham cara de reclamar dos pesadelos! 

terça-feira, 3 de março de 2026

Strange Adventures 02 - Bem vindo ao futuro retrô dos anos 50!



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E com vocês a segunda edição de STRANGE ADVENTURES, a primeira antologia de ficção científica da DC Comics, lançada em 1950, mais um presente do nosso colaborador Spitfire.

Reparem que na capa chamam atenção pros AUTORES das histórias... algo totalmente incomum naquela época, ainda mais se tratando de roteiristas, se muitas vezes nem os desenhistas eram creditados, imagina os escritores!

Mas Strange Adventures era diferente justamente porque o projeto da revista foi contratar conhecidos autores de ficção científica das pulp magazines para fazer histórias em quadrinhos, então para chamar aqueles leitores das pulps para dar chance a um quadrinho de FC, obviamente que o recurso era mencioná-los na capa. Assim Strange Adventures era diferente das demais revistas da própria DC, onde os personagens eram mais importantes que os autores; afinal a vedete aqui eram histórias fechadas, que podiam ser lidas isoladamente por qualquer leitor casual.