sexta-feira, 10 de abril de 2026

Jimmy Olsen, o parceiro do Superman!

 


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Anunciaram uma série de TV do Jimmy Olsen e fãs de super-heróis que não conhecem os quadrinhos reclamaram. "Jimmy Olsen? Os executivos da Warner pra variar beberam?" Bem, pode chocar principalmente os mais jovens mais JIMMY OLSEN tem uma LONGEVA carreira nos quadrinhos como PROTAGONISTA. 

Jimmy originalmente surgiu como um office boy sem nome do Planeta Diário, praticamente um figurante nas primeiras histórias do Superman. Em 1940, na popular série de rádio do homem de aço, não havia como aparecer imagens, então as coisas tinham que ter nome. E assim nosso office-boy foi batizado como JIMMY OLSEN, que ganhou rápida popularidade entre os ouvintes, pois Jimmy era o garoto dentro da série, o arquétipo de todos aqueles jovens fãs do Superman que podiam viver aventuras junto com seu herói. Logo, em 1941, Jimmy também estava oficialmente nos quadrinhos e sua popularidade como coadjuvante favorito foi crescendo, ultrapassando até mesmo a de Lois Lane, a eterna namorada do herói. 

Mas foi com a série de TV "As Aventuras do Superman", de 1952, que a interpretação de Jack Larson transformou Jimmy Olsen em um personagem adorado pelo público, e Olsen foi promovido de office boy a "repórter novato" a partir da revista em quadrinhos Superman #86 de 1953. No ano seguinte, em 1954, a linha de revistas do Superman se expandia com "Superman's Pal Jimmy Olsen" (O Amigo do Superman, Jimmy Olsen). A revista de Lois Lane chegaria quatro anos depois, em 1958. 

Superman's Pal Jimmy Olsen teve uma vitoriosa carreira nas bancas americanas, durando 163 edições, publicadas durante vinte anos (1954-1974). A revista então foi renomeada, continuando a mesma numeração, como "Superman Family" na verdade uma fusão das revistas de Jimmy, Lois Lane e Supegirl num almanaque bimestral com o dobro de páginas de uma revista americana normal, que durou até 1982. 

Apesar do papel de Jimmy ter diminuído nas histórias do Superman com o passar dos anos, volta e meia o personagem volta aos holofotes, como a maxi-série vencedora do Prêmio Eisner (o oscar dos quadrinhos) em 2020, "Quem matou Jimmy Olsen?".

James Gunn, muito atento a importância que Jimmy Olsen tem na mitologia do Superman, o trouxe novamente a ribalta no seu filme recente com o homem de aço, para o choque de uma ou duas gerações inteiras que não faziam ideia que ele já tivera alguma relevância. Mas ele tem, e muita. Muitos conceitos fundamentais do Universo DC apareceram inicialmente na sua revista (inclusive a PRIMEIRA aparição de Darkseid!). É marcante a passagem de Jack Kirby pelo título nos anos 70, em histórias que vocês já devem conhecer (e já existem em scans).

Nós já fizemos a primeira edição desta lendária revista na nossa série "DC Millennium Edition". Agora eis aqui o número 02, de uma época mais simples, em que quadrinhos eram feitos para crianças, e os jovens fãs do Superman se sentiam como o próprio Jimmy Olsen, vivendo aventuras mirabolantes, sozinho ou em parceria, com seu grande ídolo, o Superman. Bom divertimento. 

domingo, 5 de abril de 2026

KID COLT - o personagem de faroeste com a maior duração nos EUA!

 


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Nos voltando para o início da Era de Prata dos quadrinhos, eis uma reapresentação para vocês: KID COLT, um herói que NÃO FOI criado por Stan Lee como muita gente pensa (assim como o Capitão América), e que surgiu ainda na Era de Ouro dos Quadrinhos, lá em 1948, e criado por Ernie Hart e Bill Walsh. A revista teve 229 edições, sendo publicada até 1979, além do herói ter estrelado ao mesmo tempo em outras revistas da Atlas/Marvel como  All Western WinnersWild WesternTwo-Gun Western, e Gunsmoke Western, ou seja, era popularíssimo.

Uma das provas da sua popularidade é que quando a Atlas implodiu em 1957, Kid Colt foi o único herói com revista própria (além das protagonistas das revistas de humor-romance adolescente Patsy Walker e Millie) a manter seu gibi. No entanto, os tempos estavam mudando, e os heróis de faroeste já não vendiam como antes.

Aí é que entra STAN LEE e o desenhista JACK KELLER, e eles recriam o personagem. É dado uma nova origem para Kid Colt, e essa edição, a de número 79, publicada em julho de 1958, pode bem marcar um novo começo e um bom ponto de partida para os leitores. De fato, Keller já estava desenhando o herói desde 1953, mas somente quando Stan assume os roteiros, após a "implosão Atlas", é que é dada uma nova direção para a revista, que a faria sobreviver durante toda Era de Prata e boa parte da Era de bronze dos quadrinhos, enquanto muitos cowboys da Era de Ouro, inclusive o Cavaleiro Solitário, não conseguiram sobreviver nas bancas. 

Parte destas histórias (inclusive a "Origem de Kid Colt") vocês já tinham visto na edição 170, a única que lançamos até hoje do gibi. A única história desta edição que não estava presente na edição que lançamos é a segunda, "A Ameaça", e também o conto em prosa. Os mais atentos, no entanto, vão notar que as cores da primeira história diferem da versão que publicamos antes; isso porque resolvemos reapresentá-la na sua forma original. 

Kid Colt foi um herói importante naqueles anos difíceis em que a Atlas se transformou em Marvel, e merece um lugar no coração dos marvetes. Alguns notarão semelhanças da sua origem com a do Rawhide Kid, mas o Kid Colt VEIO ANTES. A principal diferença dos personagens é que Kid Colt é mais "esquentado", enquanto Rawhide Kid é conhecido por sua timidez. Qual dos dois seria mais rápido? Bom, um dia eles vão se encontrar, e gostaríamos de traduzir essa história, então você vai ter que esperar pra ver. Essa edição é um aperitivo, para os números vindouros que iremos trazer doravante. Bom divertimento!

domingo, 29 de março de 2026

O Covil do Pavor - Segunda Edição!

 


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Enfim, a segunda e aguardada edição da "Haunt of Fear",batizada por nós de "O Covil do Pavor", a terceira revista da famosa trindade de terror da EC Publications, a revista oficial da Bruxa Velha. Como explicamos na primeira postagem desta revista, renumeramos ela da mesma forma que posteriormente a própria EC fez, para evitar confusões. A revista saiu originalmente como número 16, mas na verdade era sua segunda edição. Como na sua quinta edição, o que deveria ser o número 19 foi estampado um número 05 e continuado daí adiante, a revista acabou tendo dois números 15, 16, 17 e 18 (na verdade este nem número na capa tinha, mas era a quarta edição de fato). Para que no futuro você não deixe de baixar as verdadeiras edições 15, 16 e 17, resolvemos numerar do jeito certo desde o começo.

Devemos essa edição mais uma vez ao nosso grande colaborador Dante Viana, que traduziu e diagramou tudo! 

Essa edição, lançada nos primórdios da "nova tendência da EC", traz uma linha ainda em desenvolvimento, mas com grande potencial, com histórias desenhadas por Johnny Craig, Graham Ingels, Jack Kamen e Wally Wood fazendo a arte final para um tal de Harry Harrison. Os roteiros são de Craig, Al Feldstein e Gardner Fox, que embora mais conhecido por suas histórias de super-heróis para a DC, sua praia mesmo era histórias de horror que escrevia pra revistas pulp, antes deste tipo de revista acabar. 

Então encontre um lugar seco e confortável e aproveite mais esta viagem no tempo, em que garotos liam revistas escondidas com uma lanterna debaixo da coberta a noite... e depois ainda tinham cara de reclamar dos pesadelos! 

terça-feira, 3 de março de 2026

Strange Adventures 02 - Bem vindo ao futuro retrô dos anos 50!



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E com vocês a segunda edição de STRANGE ADVENTURES, a primeira antologia de ficção científica da DC Comics, lançada em 1950, mais um presente do nosso colaborador Spitfire.

Reparem que na capa chamam atenção pros AUTORES das histórias... algo totalmente incomum naquela época, ainda mais se tratando de roteiristas, se muitas vezes nem os desenhistas eram creditados, imagina os escritores!

Mas Strange Adventures era diferente justamente porque o projeto da revista foi contratar conhecidos autores de ficção científica das pulp magazines para fazer histórias em quadrinhos, então para chamar aqueles leitores das pulps para dar chance a um quadrinho de FC, obviamente que o recurso era mencioná-los na capa. Assim Strange Adventures era diferente das demais revistas da própria DC, onde os personagens eram mais importantes que os autores; afinal a vedete aqui eram histórias fechadas, que podiam ser lidas isoladamente por qualquer leitor casual. 


domingo, 1 de março de 2026

Creepy 20 - Mais histórias de terror da Warren!

 


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E finalmente trazemos a aguardada Creepy 20, completando nossa digitalização das histórias lançadas pela Devir no Brasil. Nessa edição temos duas histórias inéditas: HERDEIROS DA TERRA, de Hector Castellon e "A BELA E A FERA" de Sal Trapani, artistas que figurariam nessa segunda fase da editora. De resto, quatro reimpressões de algumas das melhores primeiras histórias do começo da Creepy. Será que você ainda lembra desses clássicos? Leia esse número e comprove. Bom divertimento. 

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2026

WEIRD FANTASY: Ficção Científica inteligente nos quadrinhos dos anos 50!

 


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Eis aqui outra revista que queríamos ter lançado no ano passado, quando ela completou 75 anos de existência, mas felizmente o Dante Viana apareceu pra nos salvar e entregar mais um presente para os fãs da EC: a primeira edição de WEIRD FANTASY, lançada em 07 de março de 1950, com data de capa "maio-junho" (desde sempre as datas nas revistas americanas era pra quando os gibis deveriam ser recolhidos das bancas). 

Weird Fantasy era a "revista-irmã" de Weird Science, lançada um mês antes, em 02 de fevereiro. Porque o editor Bill Gaines preferia lançar revistas bimestrais similares ao invés de só uma mensal, na verdade é bem simples, e tem a ver justamente com a data na capa delas: revistas bimestrais ficavam mais tempo nas bancas. De março até junho, a revista ficaria três meses em exposição, dando mais chance de encontrar seus leitores; revistas mensais em geral ficavam dois meses. Mas pra sempre todo mês estar lançando algo novo, então havia essa dobradinha de revistas-irmãs, como era o caso de Weird Science e Weird Fantasy, que faziam um revesamento. 

Essa revista na verdade começou no número 13, e porque alteramos o número na capa para "1" é o mesmo motivo que o fizemos em "Covil do Pavor" e Weird Science: pra evitar confusões pra quando lançarmos o verdadeiro número 13. A própria EC renumerou a revista, na verdade, quando no número que deveria ser o 18, o batizou de 6 (afinal era a sexta edição do gibi de fato) e seguiu a numeração a partir daí. Como consequência acabaram havendo dois números 13, 14, 15, 16 e 17. Como estamos fazendo uma publicação digital que é uma versão da original, não há porque confundir o leitor seguindo esse problema na numeração original. 

Por que as editoras do período faziam isso, já explicamos algumas vezes, mas pros que chegaram agora, por conta dos registros postais, era comum uma revista mudar de nome (e de conteúdo), mas manter a numeração anterior. No caso, Weird Fantasy herdou a numeração de " A Moon, A Girl... Romance", uma das tentativas da EC de fazer quadrinhos românticos que não sobreviveu a "nova tendência". 

A equipe da Weird Fantasy era praticamente a mesma da Weird Science e envolveram artistas do quilate de Wally Wood, All Williamson, Joe Orlando, Harvey Kurtzman, Reed Crandall , Will Elder , Bernard Krigstein , Jack Kamen , John Severin, e até FRANK FAZETTA. 

Assim como nas outras histórias em quadrinhos da EC editadas por Feldstein, as histórias desta revista eram baseadas principalmente na leitura de um grande número de contos de ficção científica por Gaines, que os utilizava como "trampolins" para desenvolver novas histórias em parceria com Feldstein. Algumas chegavam a ser adaptações de fato, quando não plágios descarados. O caso mais flagrante foi quando, após a publicação da história "Home to Stay", Ray Bradbury contatou a EC Comics a respeito de copiarem um dos seus contos. Eles chegaram a um acordo para que a EC produzisse versões autorizadas pelo autor, a partir dali - sendo Bradbury um grande fã de quadrinhos, ele não tinha preconceito, nem via quadrinhos como uma mídia menor, e poderiam até servir como uma vitrine da sua obra. 

O grande diferencial das histórias de ficção científica da EC, tanto na Weird Fantasy quanto na Science, era justamente escrever histórias de FC de nível praticamente literário, mais parecidas com a ficção científica "hard" das revistas pulp do gênero, e não aventuras de space opera, como era comum nos gibis naquele mesmo período. Talvez por isso essas duas revistas não vendessem bem, e só eram sustentadas pelo amor de Gaines a ficção científica, embora com o passar do tempo, essas histórias tenham se tornado objeto de culto e de grande aclamação crítica, sendo por isso reimpressas até os dias de hoje em volumes luxosos nos Estados Unidos. 

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026

Os Punhos Mortais do Kung Fu estão de volta!

 


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E finalmente sedentos fãs do Mestre do Kung Fu (e também dos Filhos do Tigre, por que não?), mais uma edição de OS PUNHOS MORTAIS DO KUNG FU, mais uma colaboração da Era Marvel, por Menderson, Ramsirual, Nano Falcão e Aquiles Grego, trazendo na íntegra em todas suas gloriosas páginas em tamanho magazine e em preto e branco mais uma pérola da Marvel dos bons e velhos tempos! Veja ou reveja histórias que só foram publicadas pela EBAL nos anos 70, e até hoje não foram mais reimpressas no Brasil. Bom divertimento!

domingo, 22 de fevereiro de 2026

The Flash - a estréia de "Chunk", versão remasterizada!

 


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Continuando nossa recuperação das primeiras histórias de Wally West como o Flash, agora com tradução integral, novo letramento e arte restaurada pela própria DC Comics, revejam em melhor qualidade a primeira aparição de "Chunk", o "buraco negro humano", um dos mais pitorecos novos vilões para o corredor escarlate criado pro Mike Baron. Bom divertimento. 

sábado, 21 de fevereiro de 2026

Rawhide kid enfrenta um impostor! Mais aventuras do maior cowboy da Era de Prata!

 


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E finalmente com vocês mais uma edição inédita de Rawhide Kid, direto da Era de Prata dos Quadrinhos. Nesse número, o Kid é incriminado por um impostor, como se ele já não fosse suficientemente perseguido pelas forças da lei... E ainda mais duas histórias curtas, pela trinca Stan Lee, Jack Kirby e Dick Ayers!

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026

Crônicas do Fantasma - Apresentando as histórias escandinavas que conquistaram o mundo!

 


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Amigos do HQ Vintage, hoje estamos lançando uma nova série, e ela se chama "AS CRÔNICAS DO FANTASMA", diferente da série de breve duração da Mythos (apenas 8 números!) a nossa vai durar mais de mil... Pois se trata da organização e numeração das histórias do TEAM FANTOMEN, o núcleo produtor de histórias do Fantasma montado pela Editora Semic na Suécia (e depois assumido pela Egmont), que reúne artista e escritores de todo o mundo, sendo distribuídas para vários países ao redor do planeta. 

A RGE/Globo quando publicava o Fantasma também trouxe essas histórias por aqui, como a clássica "Os Piratas do Dragão Vermelha". Eles devem ter publicado pouco mais de uma centena dessas histórias, e vocês vão poder encontrá-las em breve na BIBLIOTECA DO FANTASMA, o blog criado pra organizar todos os quadrinhos do Fantasma já lançados. 

A grande característica desta série é a especial atenção ao passado da linhagem dos Fantasmas, isto é, os demais 20 Fantasmas antes que houveram antes do atual - embora sim, o atual é quem figure na maioria das aventuras, como nesta que estamos postando hoje, principalmente no início da série, lá nos anos 60, onde o foco eram mais na ação e na aventura. Por isso decidimos batizar essa série de "As Crônicas do Fantasma", até por conta da sua cronologia não ser a oficial para a King Features, embora pra muita gente a melhor cronologia é a do Team Fantomen. 

A razão que vamos começar pelo número 11 é bem simples: não se acham scans, em nenhuma língua, em lugar nenhum, das 10 primeiras histórias suecas. E se conseguimos achar a 11º é porque encontramos uma das suas publicações na Alemanha! Obviamente se aparecerem as edições anteriores, as faremos, e vamos seguir desta forma, publicando o que aparecer, e deixando pra depois o que ainda não houver scan das histórias para traduzirmos. Mas não se preocupe, que principalmente as primeiras histórias do Team Fantomen eram bastante episódicas, e não tem relação entre si, podendo ser lidas isoladamente. 

Talvez estas primeiras historias, dos anos 60, de um tempo mais ingênuo não impressionem, mas fazem parte de uma história de sucesso, e que produziu com o tempo algumas das melhores histórias do Fantasma em todo o mundo. De qualquer forma, quem quiser ler o material mais moderno ou reler o que viu nas revistas da Globo, além de muita coisa inédita traduzida pelo Sabino, do blog Fantasma Brasil, esse material estará disponível na BIBLIOTECA DO FANTASMA, como dito antes. Bom divertimento.